
A caneta Olire, aprovada pela Anvisa, é similar ao Saxenda e utiliza liraglutida, um princípio ativo para tratamento de obesidade
Começou a ser vendida nesta segunda-feira (4) a primeira caneta contra obesidade com fabricação própria no Brasil. Desenvolvido pela farmacêutica EMS, o medicamento injetável Olire tem como princípio ativo a liraglutida e será comercializado com preços a partir de R$ 307,26.
Similar do Saxenda, que já está disponível no Brasil desde 2016, o Olire foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro do ano passado. A EMS, no entanto, não podia comercializá-lo até que a patente da liraglutida expirasse, o que aconteceu em março deste ano.
A liraglutida pertence à mesma classe de medicamentos que a semaglutida, presente no Ozempic e do Wegovy. A molécula, porém, é mais antiga e tem eficácia menor no tratamento da obesidade pois não leva a uma perda de peso expressiva.
No Brasil, o princípio ativo é autorizado para tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade a partir dos 12 anos. Já no caso da perda de peso, é indicado para pessoas com índice de massa corporal (IMC) de 30 kg/m² ou mais (obesidade) ou entre 27 e 30 kg/m² (sobrepeso), mas com problemas de saúde relacionados ao peso, como pressão alta ou pré-diabetes.
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Além do Olire, a EMS também lançará o Lirux, voltado para tratamento do diabetes tipo 2. Neste primeiro momento, foram disponibilizadas 100 mil canetas de Olire e 50 mil de Lirux para as redes de farmácia Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo e Pacheco, com vendas iniciadas em unidades das regiões Sul e Sudeste.
As canetas terão preços sugeridos a partir de R$ 307,26 (embalagem com 1 caneta), R$ 507,07 (Lirux com 2 canetas) e R$ 760,61 (Olire com 3 canetas).
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